Como os minilabs analógicos logo deixarão de funcionar (estamos desmontando nossa Colenta e adaptando-a para um sistema de controle manual feito por nós mesmos), nossa estratégia para contornar isso é reviver o processo de revelação colorida à temperatura ambiente.
A revelação de fotos coloridas não é tão complicada assim. Não dá para alterar a gradação de qualquer maneira, e os papéis coloridos são bastante tolerantes à exposição.
Com uma filtragem básica, já se obtém uma cópia com cores razoavelmente precisas, e os detalhes são aprendidos rapidamente.
O processo à temperatura ambiente pode ser facilmente realizado na cuba fotográfica; basta consultar a tabela para encontrar o tempo adequado à temperatura ambiente, revelar o papel por esse tempo e, em seguida, branquear e fixar. É isso. Duas bandejas, 90 segundos cada, e obtém-se uma impressão colorida de excelente qualidade.
Precisamos apenas de um conjunto de filtros coloridos e do kit químico (em preparação). Depois, pode-se começar imediatamente.
Não precisamos de nenhuma lâmpada colorida cara, etc. É tudo apenas luxo.
Atenciosamente,
Mirko
...parece muito interessante! Mais tarde, revelo impressões coloridas na lata, mas é bastante trabalhoso manter a temperatura sem um processador.
Faço da necessidade uma virtude e brinco com as cores, que às vezes são bem imperfeitas. Ficaria muito feliz com uma revelação à temperatura ambiente :)
Mas já existem (pelo menos em Berlim) laboratórios que conseguem fazer revelações coloridas muito boas e equilibradas, inclusive online, como por exemplo o “Viertel vor 8”
... mas não sei se eles trabalham de forma puramente analógica. A qualidade, de qualquer forma, é boa.
Atenciosamente, Marc